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Pequeno manual da mala perfeita
Chata de carregar, ela virou sinônimo de estorvo. Mas uma mala bem-feita não pesa na sua viagem. Quem não sonha em viajar com uma mala pequena onde caiba tudo? Ou, melhor ainda, quem não sonha com o dia em que as viagens poderão ser feitas sem mala alguma?

Na vida real, porém, as malas continuam sendo necessárias e podem ficar irritantemente pesadas se você levar tudo o que lhe der na telha. O segredo, portanto, é levar tudo (e só) o que você precisa na mala mais prática que você conseguir fazer.

Mesmo que a viagem seja longa, contente-se com uma mala não muito grande: é ela que deve ficar cheia, não você. Há quem viaje com tudo velho (roupas íntimas, camisetas, sapatos) para ir jogando fora e ganhando espaço à medida que compra coisas novas. Funciona. Também existe quem não se incomoda em gastar um tempinho da viagem lavando algumas peças -- afinal, por que ocupar a mala com calcinhas, cuecas, camisetas e meias se elas secam rapidinho?

Ao escolher as roupas, dê preferência a calças, casacos, saias e bermudas que combinem entre si. E leve um ou outro acessório mais chamativo, para poder variar o visual. O melhor conselho é investir em cores sóbrias para as peças básicas, deixando as cores vivas para acessórios como echarpes, gravatas e camisetas, que quase não ocupam espaço na mala e ajudam a mudar a cara de uma roupa.

A dica geral é simplificar. Quanto mais se viaja, menor é a mala.
1 - Primeiro, as calças. Estenda-as na mala, deixando as pernas para fora. Coloque uma sobre a outra, alternando o sentido. Faça o mesmo com vestidos e saias longas

2 - Sobre essas peças maiores, coloque os shorts, as bermudas e as saias curtas, procurando evitar ao máximo as dobras, que criam volume desnecessário

3 - Agora, as camisas. Abotoe-as, coloque as mangas para trás e dobre-as um pouco abaixo da cintura. Alterne o sentido dos colarinhos para nivelar os dois lados da mala

4 - Com as pernas das calças, cubra o monte de roupas que se formou. Em volta, cintos, sapatos (as meias dentro), roupas íntimas, camisetas e pijamas

5 - Vire o casaco (ou paletó) do avesso, dobre em quatro e coloque por cima de tudo. Arrume lenços, echarpes e gravatas na bolsa lateral da mala

6 - Na tampa das malas que têm bolsa, acomode os livros e aparelhos elétricos enrolados em camisetas. Não deixe de identificar sua mala por dentro.

Vôos nacionais
O passageiro pode levar 20 kg de bagagem na classe econômica e 30kg na executiva ou primeira classe. Nas linhas regionais, o limite é de 10 kg em aviões com até 20 assentos e de 20 kg em aviões com mais assentos.

As taxas para excesso de bagagem geralmente correspondem a 1% do valor do bilhete não-promocional. Em vôos regionais, a taxa para os aviões de pequeno porte é de 2% do valor da tarifa e para aviões maiores, de 1%.

Vôos internacionais - Novas regras para bagagem de mão
As mudanças atendem determinação da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) para a proteção contra líquidos explosivos e entram em vigor dia 1º de abril. Ao longo do mês de março serão distribuídos 100 mil folders e dois mil cartazes nos aeroportos com vôos para o exterior.

De acordo com as novas regras, o passageiro não poderá transportar líquidos em frascos com capacidade superior a 100 mililitros. Todos os frascos devem ser acondicionados em uma embalagem transparente, completamente vedada, com capacidade máxima de um litro ou 20 x 20 centímetros. Os líquidos conduzidos em frascos maiores do que o permitido não serão aceitos, mesmo que estejam parcialmente cheios.

Tanto os frascos quanto a alimentação a ser consumida por bebês durante o vôo deverão ser apresentadas na inspeção do embarque, separadas da bagagem de mão. Além disso, será imprescindível o porte de prescrição médica ao usuário que necessitar consumir medicamento durante o vôo.

A compra de bebidas ou perfumes nos aeroportos está liberada desde que as lojas (free-shops) estejam localizadas depois do ponto de inspeção. No entanto, os recipientes devem permanecer lacrados da decolagem ao pouso da aeronave, com recibo de compra à mostra.

As mudanças também valem para os trechos domésticos de vôos internacionais e devem ser divulgadas pelas empresas aéreas e agências de viagens, conforme a resolução de número sete da ANAC, publicada no último dia 1º de março no Diário Oficial da União.

Fonte: ANAC


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